Por LUCIANA MATTOS FURLANI CAMPANATI- Conselheira Tutelar
Analisando o caso de D. desde o início, vemos que a genitora, como responsável legal pela criança, já deveria ter respondido por violação contra os direitos da mesma desde que D. tinha 06 anos de idade.
Na ocasião, infringiu o artigo 249 da Lei nº 8.069/90 (Estatuto da Criança e do Adolescente), descumprindo os deveres inerentes ao poder familiar, bem como os artigos 246 e 247 do Código Penal, cometendo abandono intelectual (deixou de prover a instrução primária de filho em idade escolar e permitiu que o filho mendigasse).
Se o Conselho Tutelar tivesse sido acionado naquele momento (o que não há relato de ter havido), poderíamos ter intervido, encaminhando a genitora de D. para Defensoria Pública (regularizar a paternidade do genitor de D., fixando pensão alimentícia e visitas por parte do pai ao filho, possibilitando o vinculo entre pai e filho). Poderíamos ter realizado encaminhamento para o CAPS AD para tratamento do alcoolismo da genitora de D., e advertido-a sobre as consequencias de não acompanhar a frequencia escolar de seus filhos;
Também poderíamos ter feito parceria com a SECID, onde, assistidos por profissionais da área de Assistência Social, a família seria inserida em programas de auxílio social.
Cumpre, por fim, ressaltar a responsabilidade da escola, já que deveria ter acionado o Conselho Tutelar assim que D. deixou de frequentar as aulas. Com tal atitude, Educação e Conselho Tutelar atuariam em conjunto, intervindo junto ao núcleo familiar, evitando tanto prejuízos a D.
RISOS- Rede de Integrações Sociais de Sorocaba
segunda-feira, 23 de agosto de 2010
O CASO D.! CONFIRA ALGUMAS REFLEXÕES DE PESSOAS DA NOSSA REDE!
Pessoal as contribuições sobre o Caso D. foram super produtivas!!! Confiram algumas das contribuições:
Por MARIA ARMINDA- Secretaria da Educação
A história de D. é extremamente complexa: ele passou por todos os processos de exclusão possíveis: trabalho infantil, evasão escolar, mãe alcoólatra, agressão física por patê da mãe, fome, ausência paterna, irmãs prostitutas, uso e em seguida tráfico de drogas, frustração no trabalho, rejeição pela sua comunidade. Dificuldade para entrar no mercado de trabalho atinge até os diplomados. Difícil enxergar uma luz no fim do túnel para o nosso D. A “minha instituição”, a escola, falhou por não conseguir mantê-lo, aos seis anos. Penso que as entidades que dão atendimento a jovens excluídos (infelizmente, a primeira exclusão é sempre a escolar), deveriam não exigir matrículas dos atendidos; poderiam acolhê-los, primeiramente, e pelo trabalho desenvolvido, levá-los de volta à escola. Sem escolaridade não há possibilidade de trabalho. No caso de D., a ONG, que deve ter o papel de resgatar e que poderia ajudá-lo a se tornar um rapper (o sonho de D.) foi mais uma entidade a virar-lhe as costas.
Não sou especialista, mas aí está um pequeno relato daquilo que me chamou a atenção na trajetória de vida de D
Por MARIA ARMINDA- Secretaria da Educação
A história de D. é extremamente complexa: ele passou por todos os processos de exclusão possíveis: trabalho infantil, evasão escolar, mãe alcoólatra, agressão física por patê da mãe, fome, ausência paterna, irmãs prostitutas, uso e em seguida tráfico de drogas, frustração no trabalho, rejeição pela sua comunidade. Dificuldade para entrar no mercado de trabalho atinge até os diplomados. Difícil enxergar uma luz no fim do túnel para o nosso D. A “minha instituição”, a escola, falhou por não conseguir mantê-lo, aos seis anos. Penso que as entidades que dão atendimento a jovens excluídos (infelizmente, a primeira exclusão é sempre a escolar), deveriam não exigir matrículas dos atendidos; poderiam acolhê-los, primeiramente, e pelo trabalho desenvolvido, levá-los de volta à escola. Sem escolaridade não há possibilidade de trabalho. No caso de D., a ONG, que deve ter o papel de resgatar e que poderia ajudá-lo a se tornar um rapper (o sonho de D.) foi mais uma entidade a virar-lhe as costas.
Não sou especialista, mas aí está um pequeno relato daquilo que me chamou a atenção na trajetória de vida de D
segunda-feira, 16 de agosto de 2010
3ª TAREFA DO DESAFIO DA REDE
Pessoal, agora vamos conhecer a história de D., o nome foi abreviado para garantir o sigilo da identidade de nosso caso. Leiam sua história e pensem quais poderiam ter sido as intervenções que deveriam ter sido feitas para que o final da história fosse diferente, e agora trabalhando com esta realidade, o que poderia ser feito com D. Boa Leitura!
D. trabalhava desde os 6 anos na rua vendendo balas no semáforo. Ganhava cerca de R$ 20,00 por mês, devido ao trabalho, saiu da escola. Sua mãe alcoólatra e usuária de cigarro, agredia-o fisicamente constantemente e obrigava-o a pedir dinheiro na rua para que ela pudesse fazer uso de seus vícios.
O dinheiro era pouco e a fome era presença constante em sua vida. D. nunca conheceu o pai, D. tinha dois sonhos: um era ser borracheiro e o outro rapper mas nunca havia conseguido tal oportunidade.
O tempo foi passando e suas irmãs, logo encontraram uma maneira de sair daquela vida de privações e acabaram por tornar-se garotas de programa, não demorou até que uma delas, vitimizada pela falta de acesso a informação, contraísse o vírus do HIV e viesse a falecer logo depois.
Dentro desse contexto, não foi difícil até que D. cedesse as ofertas dos colegas e fizesse uso de maconha. Logo passou a consumir cocaína.
Aos 13 anos, já consumia cocaína quase todos os dias e sua relação com a droga já estava se estreitando.
Um dia, a caminho da casa de um amigo, enquanto ouvia uma música do Racionais MC´S, foi pego pela polícia com 1 g de cocaína e assim acabou por parar na casa de internação para adolescentes que infringiram a lei.
Dentro da casa de internação, conheceu Farofa e Cabelo, já internados pela segunda vez devido ao tráfico de drogas, os amigos contaram a D todas as vantagens do tráfico, o dinheiro, o poder, as mulheres e já faziam planos para retomar os negócios assim que saíssem e convidaram D. para que lhe acompanhasse. D. agradeceu, mas negou, dizendo que saindo dali iria atrás de seu sonho: ser borracheiro.
Após 45 dias, D, sai da casa de internação e foi atrás de seu sonho, consegue emprego em uma borracharia, mas chegando lá, o dono, o coloca para limpar os banheiros do local, o que o revolta de tal forma que D. decide procurar Farofa e Cabelo e passe a se envolver e trabalhar com o tráfico.
As pessoas da comunidade passaram a recriminá-lo e excluí-lo, a mãe cada vez mais distante e embriagada não se dava conta dos delitos cometidos pelo filho e ainda obrigava-o a lhe dar dinheiro.
D. ainda tinha outro sonho, queria aprender a fazer rap e rimas, na sua comunidade havia uma ONG que começou a oferecer tal oficina, D. ficou empolgado e foi logo se inscrever, pensou consigo: “se me tornar um grande rapper, posso sair do crime!”, mas seu sonho logo foi por água abaixo outra vez: o tal projeto social, exigia que para estar inscrito em uma oficina, deveria estar matriculado na escola.
D. outra vez volta frustrado para casa e começa a se envolver cada vez mais com o tráfico e o crime organizado.
Começou então a ter crises de ansiedade devido aos medos constantes: da policia, dos inimigos, dos vizinhos e da pressão que o tráfico exercia sobre sua vida, logo passou a ter dores no fígado, mas D. não sabia a quem recorrer.
Por vezes, pretendeu largar o tráfico, mas ao procurar emprego exigiam-lhe escolaridade mínima, curso profissionalizante e experiência, tudo o que D. não tinha.
E aos 17 anos D. já se encontrava em ascensão no tráfico, mas sempre com o desejo de retomar a vida pacata de antes.
O caso de D.
D. trabalhava desde os 6 anos na rua vendendo balas no semáforo. Ganhava cerca de R$ 20,00 por mês, devido ao trabalho, saiu da escola. Sua mãe alcoólatra e usuária de cigarro, agredia-o fisicamente constantemente e obrigava-o a pedir dinheiro na rua para que ela pudesse fazer uso de seus vícios.
O dinheiro era pouco e a fome era presença constante em sua vida. D. nunca conheceu o pai, D. tinha dois sonhos: um era ser borracheiro e o outro rapper mas nunca havia conseguido tal oportunidade.
O tempo foi passando e suas irmãs, logo encontraram uma maneira de sair daquela vida de privações e acabaram por tornar-se garotas de programa, não demorou até que uma delas, vitimizada pela falta de acesso a informação, contraísse o vírus do HIV e viesse a falecer logo depois.
Dentro desse contexto, não foi difícil até que D. cedesse as ofertas dos colegas e fizesse uso de maconha. Logo passou a consumir cocaína.
Aos 13 anos, já consumia cocaína quase todos os dias e sua relação com a droga já estava se estreitando.
Um dia, a caminho da casa de um amigo, enquanto ouvia uma música do Racionais MC´S, foi pego pela polícia com 1 g de cocaína e assim acabou por parar na casa de internação para adolescentes que infringiram a lei.
Dentro da casa de internação, conheceu Farofa e Cabelo, já internados pela segunda vez devido ao tráfico de drogas, os amigos contaram a D todas as vantagens do tráfico, o dinheiro, o poder, as mulheres e já faziam planos para retomar os negócios assim que saíssem e convidaram D. para que lhe acompanhasse. D. agradeceu, mas negou, dizendo que saindo dali iria atrás de seu sonho: ser borracheiro.
Após 45 dias, D, sai da casa de internação e foi atrás de seu sonho, consegue emprego em uma borracharia, mas chegando lá, o dono, o coloca para limpar os banheiros do local, o que o revolta de tal forma que D. decide procurar Farofa e Cabelo e passe a se envolver e trabalhar com o tráfico.
As pessoas da comunidade passaram a recriminá-lo e excluí-lo, a mãe cada vez mais distante e embriagada não se dava conta dos delitos cometidos pelo filho e ainda obrigava-o a lhe dar dinheiro.
D. ainda tinha outro sonho, queria aprender a fazer rap e rimas, na sua comunidade havia uma ONG que começou a oferecer tal oficina, D. ficou empolgado e foi logo se inscrever, pensou consigo: “se me tornar um grande rapper, posso sair do crime!”, mas seu sonho logo foi por água abaixo outra vez: o tal projeto social, exigia que para estar inscrito em uma oficina, deveria estar matriculado na escola.
D. outra vez volta frustrado para casa e começa a se envolver cada vez mais com o tráfico e o crime organizado.
Começou então a ter crises de ansiedade devido aos medos constantes: da policia, dos inimigos, dos vizinhos e da pressão que o tráfico exercia sobre sua vida, logo passou a ter dores no fígado, mas D. não sabia a quem recorrer.
Por vezes, pretendeu largar o tráfico, mas ao procurar emprego exigiam-lhe escolaridade mínima, curso profissionalizante e experiência, tudo o que D. não tinha.
E aos 17 anos D. já se encontrava em ascensão no tráfico, mas sempre com o desejo de retomar a vida pacata de antes.
2ª TAREFA DO DESAFIO!!!
Na tarefa desta semana a Maria Arminda da Secretaria da Educação já utilizou-se das coisas que comprou ( O nais cedeu 3 vagas a ela em 3 cursos diferentes) e já esta providenciando as que ofereceu ( 3 vagas para o pró jovem)
A Luciana da conselho tutelar agendou para 30/08 a palestra que ofereceu para o Refúgio
Dia 20 de Agosto, Raquel dará uma capacitação sobre Tratamento Comunitrário para o pessoal da Pastoral do Menor
O TJ Esperança tb já realizou 2 das 3 coisas que oferteu durante a nossa Feira de Trocas.
É isso ai pessoal!!! Se você ainda não contatou quem ofereceu a tarefa que você pegou na Feira de Trocas, contate!!!
A Luciana da conselho tutelar agendou para 30/08 a palestra que ofereceu para o Refúgio
Dia 20 de Agosto, Raquel dará uma capacitação sobre Tratamento Comunitrário para o pessoal da Pastoral do Menor
O TJ Esperança tb já realizou 2 das 3 coisas que oferteu durante a nossa Feira de Trocas.
É isso ai pessoal!!! Se você ainda não contatou quem ofereceu a tarefa que você pegou na Feira de Trocas, contate!!!
FINALMENTE O NOME DA REDE!
Pessoal, de todos os votos que recebi no meu email, o vencedor foi RISOS- Risos de Integrações Sociais de Sorocaba!!!
quinta-feira, 12 de agosto de 2010
E O NOME DO REDE?
Pessoal, recebemos muitos nomes legais para a rede que estamos construindo! Selecionamos aqui os mais interessantes para que façamos uma votação para escolher - finalmente!- o nome da nossa REDE!
Vamos conhecer as opões??
RISOS - Rede de Integrações Sociais Sorocaba
REDE TOCA DO COELHO
REDE DESAFIO PELA JUVENTUDE
REDE INTERLIGADOS
Vamos conhecer as opões??
RISOS - Rede de Integrações Sociais Sorocaba
REDE TOCA DO COELHO
REDE DESAFIO PELA JUVENTUDE
REDE INTERLIGADOS
HISTÓRIA DO TJ IPIRANGA
STÓRICO – TERRITÓRIO JOVEM
A Secretaria da Juventude foi criada em 2005 com a função de fomentar as políticas públicas voltadas à juventude sorocabana, criando uma articulação das secretarias municipais, entidades/atores sociais, e entre ambos, para projetos conjuntos nas áreas da educação, saúde, trabalho, esporte e lazer, família, segurança e cidadania, entre outros.
Mediante a missão da Secretaria da Juventude criou-se a proposta de uma ação ampla em um espaço geográfico da cidade em condições sociais desfavoráveis para que as secretarias municipais realizassem um projeto voltado a atender o jovem nas áreas da saúde, esporte, educação, transporte, cidadania, meio ambiente, cultura e trabalho, denominado “ Incubadora Jovem “, que tinha como objetivo desenvolver uma tecnologia social com ações permanentes para a juventude favorecendo a intersetorialidade entre as Secretarias Municipais, Entidades Sociais e a Comunidade . Essas ações poderiam ser realizadas de forma disciplinar , multidisciplinar e/ ou interdisciplinar.
O Jardim Ipiranga, foi selecionado entre os 10 bairros já priorizados pelas Secretarias do Eixo Social da PMS, por ser um bairro formado por imigrantes do sudoeste paulista, cujo levantamento sócio econômico indicava que, haviam famílias que trabalhavam principalmente em atividades informais com pouca instrução educacional e que boa parte dos jovens de 10 a 15 anos, estavam envolvidos com drogas .
A partir desta proposta a Secretaria da Juventude juntamente com o CIJUV, em dezembro de 2005 reuniram-se com representantes da comunidade local ( Jd Ipiranga ) com o propósito de expor o Projeto “Incubadora Jovem” que seria realizado nessa região como projeto piloto.
O objetivo era implantar programas que se sustentassem a médio e longo prazo, promovendo mudanças na vida do jovem, para que ele tenha perspectivas melhores de desenvolver seus potenciais, sem se envolver com ações que poderiam prejudicá-lo.
A partir de janeiro de 2006, no exercício do mesmo, a SEJUV, o CIJUV, ONGS, Comunidade local (igreja , donas de casa, SAB, comercio, Jovens, lideres de bairrio) propuseram nesse período, definir ações conforme a demanda levantada nas reuniões pela comunidade local.
Também indicaram um espaço que estava abandonado (prédio público), já antes utilizado para trabalhos sociais, onde poderia ser utilizado para a implantação de uma sede das ações da Incubadora Jovem. Este espaço foi denominado Território Jovem.
Aconteceram algumas ações desenvolvidas pela Incubadora Jovem, antes da implantação do local, ( Workshop, cursos, palestras, oficinas, exposições de artes, emissão de carteira de trabalho, excursão, cadastro de currículo),sendo estas realizadas pela CIJUV, nos espaços da comunidade como: Escola Municipal Irineu Leister, Escolas Estaduais Ana Cecília Martins, Antonio Vieira Campos e Wilson Ramos Brandão, SAB e CIS.
Em meados de novembro de 2006 a janeiro de 2007 iniciou a obra da sede da Incubadora Jovem – Território Jovem.
Para que as propostas da Incubadora Jovem, fossem desenvolvidas, a Secretaria da Juventude em Janeiro de 2007, propôs a Associação Bom Pastor, uma parceria através de um convenio para executar o Projeto 1ª Chance no Jardim Ipiranga – Território Jovem (1ª turma), incluindo a administração do espaço e que promovessem ações no local. Em 15 de fevereiro de 2007 , foi inaugurado o Território Jovem e assinado o convênio .
Com a existência do local, foi possível ampliar as ações da SEJUV, incluído na proposta da Incubadora Jovem a realização de eventos ( TJ In Rock Festival, Palco é Seu, Balada Cultural, Cine TJ, Festa da Páscoa ), havendo interesse de mais parceiros para a utilização do local proporcionando ao jovens atividades ( UFSCAR, UNISO, SENAI ).
A Secretaria da Juventude foi criada em 2005 com a função de fomentar as políticas públicas voltadas à juventude sorocabana, criando uma articulação das secretarias municipais, entidades/atores sociais, e entre ambos, para projetos conjuntos nas áreas da educação, saúde, trabalho, esporte e lazer, família, segurança e cidadania, entre outros.
Mediante a missão da Secretaria da Juventude criou-se a proposta de uma ação ampla em um espaço geográfico da cidade em condições sociais desfavoráveis para que as secretarias municipais realizassem um projeto voltado a atender o jovem nas áreas da saúde, esporte, educação, transporte, cidadania, meio ambiente, cultura e trabalho, denominado “ Incubadora Jovem “, que tinha como objetivo desenvolver uma tecnologia social com ações permanentes para a juventude favorecendo a intersetorialidade entre as Secretarias Municipais, Entidades Sociais e a Comunidade . Essas ações poderiam ser realizadas de forma disciplinar , multidisciplinar e/ ou interdisciplinar.
O Jardim Ipiranga, foi selecionado entre os 10 bairros já priorizados pelas Secretarias do Eixo Social da PMS, por ser um bairro formado por imigrantes do sudoeste paulista, cujo levantamento sócio econômico indicava que, haviam famílias que trabalhavam principalmente em atividades informais com pouca instrução educacional e que boa parte dos jovens de 10 a 15 anos, estavam envolvidos com drogas .
A partir desta proposta a Secretaria da Juventude juntamente com o CIJUV, em dezembro de 2005 reuniram-se com representantes da comunidade local ( Jd Ipiranga ) com o propósito de expor o Projeto “Incubadora Jovem” que seria realizado nessa região como projeto piloto.
O objetivo era implantar programas que se sustentassem a médio e longo prazo, promovendo mudanças na vida do jovem, para que ele tenha perspectivas melhores de desenvolver seus potenciais, sem se envolver com ações que poderiam prejudicá-lo.
A partir de janeiro de 2006, no exercício do mesmo, a SEJUV, o CIJUV, ONGS, Comunidade local (igreja , donas de casa, SAB, comercio, Jovens, lideres de bairrio) propuseram nesse período, definir ações conforme a demanda levantada nas reuniões pela comunidade local.
Também indicaram um espaço que estava abandonado (prédio público), já antes utilizado para trabalhos sociais, onde poderia ser utilizado para a implantação de uma sede das ações da Incubadora Jovem. Este espaço foi denominado Território Jovem.
Aconteceram algumas ações desenvolvidas pela Incubadora Jovem, antes da implantação do local, ( Workshop, cursos, palestras, oficinas, exposições de artes, emissão de carteira de trabalho, excursão, cadastro de currículo),sendo estas realizadas pela CIJUV, nos espaços da comunidade como: Escola Municipal Irineu Leister, Escolas Estaduais Ana Cecília Martins, Antonio Vieira Campos e Wilson Ramos Brandão, SAB e CIS.
Em meados de novembro de 2006 a janeiro de 2007 iniciou a obra da sede da Incubadora Jovem – Território Jovem.
Para que as propostas da Incubadora Jovem, fossem desenvolvidas, a Secretaria da Juventude em Janeiro de 2007, propôs a Associação Bom Pastor, uma parceria através de um convenio para executar o Projeto 1ª Chance no Jardim Ipiranga – Território Jovem (1ª turma), incluindo a administração do espaço e que promovessem ações no local. Em 15 de fevereiro de 2007 , foi inaugurado o Território Jovem e assinado o convênio .
Com a existência do local, foi possível ampliar as ações da SEJUV, incluído na proposta da Incubadora Jovem a realização de eventos ( TJ In Rock Festival, Palco é Seu, Balada Cultural, Cine TJ, Festa da Páscoa ), havendo interesse de mais parceiros para a utilização do local proporcionando ao jovens atividades ( UFSCAR, UNISO, SENAI ).
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