segunda-feira, 23 de agosto de 2010

O CASO D.! CONFIRA ALGUMAS REFLEXÕES DE PESSOAS DA NOSSA REDE!

 Por LUCIANA MATTOS FURLANI CAMPANATI- Conselheira Tutelar

Analisando o caso de D. desde o início, vemos que a genitora, como responsável legal pela criança, já deveria ter respondido por violação contra os direitos da mesma desde que D. tinha 06 anos de idade.
Na ocasião, infringiu o artigo 249 da Lei nº 8.069/90 (Estatuto da Criança e do Adolescente), descumprindo os deveres inerentes ao poder familiar, bem como os artigos 246 e 247 do Código Penal, cometendo abandono intelectual (deixou de prover a instrução primária de filho em idade escolar e permitiu que o filho mendigasse).
Se o Conselho Tutelar tivesse sido acionado naquele momento (o que não há relato de ter havido), poderíamos ter intervido, encaminhando a genitora de D. para Defensoria Pública (regularizar a paternidade do genitor de D., fixando pensão alimentícia e visitas por parte do pai ao filho, possibilitando o vinculo entre pai e filho). Poderíamos ter realizado encaminhamento para o CAPS AD para tratamento do alcoolismo da genitora de D., e advertido-a sobre as consequencias de não acompanhar a frequencia escolar de seus filhos;
Também poderíamos ter feito parceria com a SECID, onde, assistidos por profissionais da área de Assistência Social, a família seria inserida em programas de auxílio social.
Cumpre, por fim, ressaltar a responsabilidade da escola, já que deveria ter acionado o Conselho Tutelar assim que D. deixou de frequentar as aulas. Com tal atitude, Educação e Conselho Tutelar atuariam em conjunto, intervindo junto ao núcleo familiar, evitando tanto prejuízos a D.

O CASO D.! CONFIRA ALGUMAS REFLEXÕES DE PESSOAS DA NOSSA REDE!

Pessoal as contribuições sobre o Caso D. foram super produtivas!!! Confiram algumas das contribuições:


Por MARIA ARMINDA- Secretaria da Educação

A história de D. é extremamente complexa: ele passou por todos os processos de exclusão possíveis: trabalho infantil, evasão escolar, mãe alcoólatra, agressão física por patê da mãe, fome, ausência paterna, irmãs prostitutas, uso e em seguida tráfico de drogas, frustração no trabalho, rejeição pela sua comunidade. Dificuldade para entrar no mercado de trabalho atinge até os diplomados. Difícil enxergar uma luz no fim do túnel para o nosso D. A “minha instituição”, a escola, falhou por não conseguir mantê-lo, aos seis anos. Penso que as entidades que dão atendimento a jovens excluídos (infelizmente, a primeira exclusão é sempre a escolar), deveriam não exigir matrículas dos atendidos; poderiam acolhê-los, primeiramente, e pelo trabalho desenvolvido, levá-los de volta à escola. Sem escolaridade não há possibilidade de trabalho. No caso de D., a ONG, que deve ter o papel de resgatar e que poderia ajudá-lo a se tornar um rapper (o sonho de D.) foi mais uma entidade a virar-lhe as costas.



Não sou especialista, mas aí está um pequeno relato daquilo que me chamou a atenção na trajetória de vida de D

segunda-feira, 16 de agosto de 2010

3ª TAREFA DO DESAFIO DA REDE

 Pessoal, agora vamos conhecer a história de D., o nome foi abreviado para garantir o sigilo da identidade de nosso caso. Leiam sua história e pensem quais poderiam ter sido as intervenções que deveriam ter sido feitas para que o final da história fosse diferente, e agora trabalhando com esta realidade, o que poderia ser feito com D. Boa Leitura!


O caso de D.

D. trabalhava desde os 6 anos na rua vendendo balas no semáforo. Ganhava cerca de R$ 20,00 por mês, devido ao trabalho, saiu da escola.  Sua mãe alcoólatra e usuária de cigarro, agredia-o fisicamente constantemente e obrigava-o a pedir dinheiro na rua para que ela pudesse fazer uso de seus vícios.
O dinheiro era pouco e a fome era presença constante em sua vida. D. nunca conheceu o pai, D. tinha dois sonhos: um era ser borracheiro e o outro rapper mas nunca havia conseguido tal oportunidade.
O tempo foi passando e suas irmãs, logo encontraram uma maneira de sair daquela vida de privações e acabaram por tornar-se garotas de programa, não demorou até que uma delas, vitimizada  pela falta de acesso a informação, contraísse o vírus do HIV e viesse a falecer logo depois.
Dentro desse contexto, não foi difícil até que D. cedesse as ofertas dos colegas e fizesse uso de maconha. Logo passou a consumir cocaína.
Aos 13 anos, já consumia cocaína quase todos os dias e sua relação com a droga já estava se estreitando.
Um dia, a caminho da casa de um amigo, enquanto ouvia uma música do Racionais MC´S, foi pego pela polícia com 1 g de cocaína e assim acabou por parar na casa de internação para adolescentes que infringiram a lei.
Dentro da casa de internação, conheceu Farofa e Cabelo, já internados pela segunda vez devido ao tráfico de drogas, os amigos contaram a D todas as vantagens do tráfico, o dinheiro, o poder, as mulheres e já faziam planos para retomar os negócios assim que saíssem e convidaram D. para que lhe acompanhasse. D. agradeceu, mas negou, dizendo que saindo dali iria atrás de seu sonho: ser borracheiro.
Após 45 dias, D, sai da casa de internação e foi atrás de seu sonho, consegue emprego em uma borracharia, mas chegando lá, o dono, o coloca para limpar os banheiros do local, o que o revolta de tal forma que D. decide procurar Farofa e Cabelo e passe a se envolver e trabalhar com o tráfico.
As pessoas da comunidade passaram a recriminá-lo e excluí-lo, a mãe cada vez mais distante e embriagada não se dava conta dos delitos cometidos pelo filho e ainda obrigava-o a lhe dar dinheiro.
D. ainda tinha outro sonho, queria aprender a fazer rap e rimas, na sua comunidade havia uma ONG que começou a oferecer tal oficina, D. ficou empolgado e foi logo se inscrever, pensou consigo: “se me tornar um grande rapper, posso sair do crime!”, mas seu sonho logo foi por água abaixo outra vez: o tal projeto social, exigia que para estar inscrito em uma oficina, deveria estar matriculado na escola.
D. outra vez volta frustrado para casa e começa a se envolver cada vez mais com o tráfico e o crime organizado.
Começou então a ter crises de ansiedade devido aos medos constantes: da policia, dos inimigos, dos vizinhos  e da pressão que o tráfico exercia sobre sua vida, logo passou a ter dores no fígado, mas D. não sabia a quem recorrer.
Por vezes, pretendeu largar o tráfico, mas ao procurar emprego exigiam-lhe escolaridade mínima, curso profissionalizante e experiência, tudo o que D. não tinha.
E aos 17 anos D. já se encontrava em ascensão no tráfico, mas sempre com o desejo de retomar a vida pacata de antes.

2ª TAREFA DO DESAFIO!!!

Na tarefa desta semana a Maria Arminda da Secretaria da Educação já utilizou-se das coisas que comprou ( O nais cedeu 3 vagas a ela em 3 cursos diferentes) e já esta providenciando as que ofereceu ( 3 vagas para o pró jovem)


A Luciana da conselho tutelar agendou para 30/08 a palestra que ofereceu para o  Refúgio

 

Dia 20 de Agosto, Raquel dará uma capacitação sobre Tratamento Comunitrário para o pessoal da Pastoral do Menor


O TJ Esperança tb já realizou 2 das 3 coisas que oferteu durante a nossa Feira de Trocas.






É isso ai pessoal!!! Se você ainda não contatou quem ofereceu a tarefa que você pegou na Feira de Trocas, contate!!!

FINALMENTE O NOME DA REDE!

Pessoal, de todos os votos que recebi no meu email, o vencedor foi RISOS- Risos de Integrações Sociais de Sorocaba!!!

quinta-feira, 12 de agosto de 2010

E O NOME DO REDE?

Pessoal, recebemos muitos nomes legais para a rede que estamos construindo! Selecionamos aqui os mais interessantes para que façamos uma votação para escolher - finalmente!- o nome da nossa REDE!

Vamos conhecer as opões??

RISOS - Rede de Integrações Sociais Sorocaba


REDE TOCA DO COELHO


REDE DESAFIO PELA JUVENTUDE

REDE INTERLIGADOS

HISTÓRIA DO TJ IPIRANGA

STÓRICO – TERRITÓRIO JOVEM



A  Secretaria da Juventude foi criada em 2005 com a função de fomentar as políticas públicas voltadas à juventude sorocabana, criando uma articulação das secretarias municipais,  entidades/atores sociais, e entre ambos, para projetos conjuntos nas áreas da educação, saúde, trabalho, esporte e lazer, família, segurança e cidadania, entre outros.
Mediante a missão da Secretaria da Juventude criou-se a proposta de uma ação ampla em um espaço geográfico da cidade em condições sociais desfavoráveis para que as secretarias municipais realizassem um projeto voltado a atender o jovem nas áreas da saúde, esporte, educação, transporte, cidadania, meio ambiente, cultura e trabalho, denominado “ Incubadora Jovem “, que tinha como objetivo desenvolver uma tecnologia social com ações permanentes para a juventude favorecendo a intersetorialidade entre as Secretarias Municipais, Entidades Sociais e a Comunidade . Essas ações poderiam ser realizadas de forma disciplinar , multidisciplinar e/ ou interdisciplinar.

O Jardim Ipiranga, foi selecionado entre os 10 bairros já priorizados pelas Secretarias do Eixo Social da PMS, por ser um bairro formado por imigrantes do sudoeste paulista, cujo levantamento sócio econômico indicava que, haviam famílias que trabalhavam principalmente em atividades informais com pouca instrução educacional e que boa parte dos jovens de 10 a 15 anos, estavam envolvidos com drogas .



A partir desta proposta a Secretaria da Juventude juntamente com o CIJUV, em dezembro de 2005  reuniram-se com representantes da comunidade local ( Jd Ipiranga ) com o propósito de expor o Projeto “Incubadora Jovem” que seria realizado nessa região como projeto piloto.
O objetivo era implantar programas que se sustentassem a médio e longo prazo, promovendo mudanças na vida do jovem, para que ele tenha perspectivas melhores de desenvolver seus potenciais, sem se envolver com ações que poderiam prejudicá-lo.
 A partir de  janeiro de 2006, no exercício do mesmo,  a  SEJUV, o CIJUV, ONGS, Comunidade local (igreja , donas de casa, SAB, comercio, Jovens, lideres de bairrio) propuseram nesse período,  definir ações conforme a demanda levantada nas reuniões pela comunidade local.
  Também indicaram um espaço que estava abandonado (prédio público), já antes utilizado para trabalhos sociais, onde  poderia ser utilizado para  a implantação de uma sede das ações  da Incubadora Jovem. Este espaço foi denominado Território Jovem.
Aconteceram algumas ações desenvolvidas pela Incubadora Jovem, antes da implantação do local, ( Workshop, cursos, palestras, oficinas, exposições de artes, emissão de carteira de trabalho, excursão, cadastro de currículo),sendo estas  realizadas pela CIJUV,  nos espaços da comunidade como: Escola Municipal Irineu Leister, Escolas Estaduais  Ana Cecília Martins, Antonio Vieira Campos e Wilson Ramos Brandão,  SAB e CIS.
Em meados de  novembro de 2006 a janeiro de 2007 iniciou a obra da sede da Incubadora Jovem – Território Jovem.     
         Para que as propostas da Incubadora Jovem,  fossem desenvolvidas, a Secretaria da Juventude em Janeiro de 2007, propôs a Associação Bom Pastor, uma parceria através de um convenio para executar o Projeto 1ª Chance no Jardim Ipiranga – Território Jovem (1ª turma), incluindo a administração do espaço e  que promovessem ações no local. Em 15 de fevereiro de 2007 ,  foi inaugurado o Território Jovem e assinado o convênio .

Com a existência do local, foi possível ampliar as ações da SEJUV,  incluído na proposta da Incubadora Jovem a realização de eventos ( TJ In Rock Festival, Palco é Seu, Balada Cultural, Cine TJ, Festa da Páscoa ), havendo interesse de mais parceiros para a utilização do local proporcionando ao jovens atividades ( UFSCAR, UNISO, SENAI ).

FOTO TJ IPIRANGA

FOTO DO NAIS

A HISTÓRIA DO NAIS

O Projeto teve início em outubro de 2007, em atenção ao disposto no artigo 88, inciso V do ECA – Estatuto da Criança e do Adolescente, a fim de atender imediatamente adolescentes e jovens com idade entre 12 e 18 anos que aguardam a tramitação do processo legal a que estão submetidos, com o intuito de evitar ou diminuir a reincidência de ato infracional e possibilitar, por meio do desenvolvimento de atividades educacionais, culturais, profissionalizantes, artísticas, dentre outras, novas oportunidades de planejamento de vida, além de oferecer acompanhamento psicossocial.
Por iniciativa do Prefeito Municipal e Secretaria da Juventude houve as primeiras articulações para sua implementação. Envolveu-se também neste projeto o Conselho da Criança e do Adolescente e a Organização Bethel. Para a realização do trabalho criou-se um Comitê Gestor envolvendo todo Sistema de Garantias, além de algumas Secretarias Municipais, Delegacia da Infância e Juventude, Câmara Municipal e Deputada Maria Lúcia.
Passou por algumas dificuldades cruciais, entre elas a desistência a Organização Bethel. O CMDCA então, por meio de edital de convocação, escolheu a Organização S.O.S. para realizar a execução do projeto.
Após diversas reuniões, onde se definiu dois grupos chamados de Força Tarefa I (diagnóstico situacional) e Força Tarefa II (elaboração projeto técnico) foram estabelecidas as prioridades e procedimentos a serem tomados.
No interregno entre as primeiras articulações e sua implantação houve grande envolvimento da comunidade e principalmente da administração municipal.
Por fim o Projeto Nais tornou-se Clube do Nais que é um projeto preventivo desenvolvido em parceria, por meio de convênio, com a entidade social Serviço de Obras Sociais – SOS. Deste a sua implantação tivemos 1933 jovens atendidos , desses 93% não reincidentes.

segunda-feira, 9 de agosto de 2010

COMAD


                                                A História do COMAD

Dífícil contar história.. o COMAD não é uma Instituição, é um Conselho! A lei que o criou é de 2001, mas ele permaneceu inativo até 2008 quando, através de um trabalho conjunto de pessoas que participavam do Fórum de Prevenção à Dependência Química perceberam a necessidade de algum “orgão” que legitimasse as suas ações, e a partir daí, em 22 de janeiro de 2001 novos conselheiros foram nomeados e começamos os nossos trabalhos.

sexta-feira, 6 de agosto de 2010

LUA NOVA


História da Instituição


A Associação Lua Nova, fundada em Janeiro de 2000, atende jovens mães e seus filhos em situação de vulnerabilidade social. Com sede em Sorocaba (SP), onde surgiu, desenvolvemos e experimentamos diferentes técnicas e práticas de inserção social das jovens, incluindo ações de geração de renda, redução de danos e desenvolvimento comunitário. Tem como missão “resgatar a auto-estima, a cidadania, o espaço social e a auto-sustentabilidade, e o direito à maternidade de jovens mães em situações de risco, possibilitando a vivência prazerosa do papel materno e a formação de crianças saudáveis”. Através de seu trabalho, a Associação Lua Nova pretende tornar-se a referência nacional e centro multiplicador por excelência de programas de inserção social de jovens mães e seus filhos em situações de risco pelos métodos terapêuticos empregados. A metodologia da Lua Nova enfatiza a quebra do isolamento e propõe o enfrentamento da realidade e do entorno social. O objetivo é mobilizar os jovens para que enfrentem a vida cotidiana de modo responsável, assumam as dificuldades e convivam com as contradições, sem fugir ou submeter-se passivamente. O desafio de viabilizar este objetivo na nossa realidade social e cultural, na qual as condições de vida das jovens e o acesso a serviços são precários, tem exigido a busca criativa por novas soluções e estratégias.

DIRETORIA DE ENSINO



Sobre a Instituição

A DIRETORIA DE ENSINO DE SOROCABA, tem sob sua judição 82 Escolas da Rede Estadual,atendendo:







12.434 alunos do Ensino Fundamental de 1ª até a 4ª série.


33.343 alunos do Ensino Fundamental de 4ª até a 8ª série.


21.809 alunos do Ensino Fundamental de 1ª até a 4ª série.


8.362 alunos da Educação de Jovens e Adultos.






Responsável pela autorização e supervisão de todas as Escolas Particulares de Ensino fundamental e Médio de Sorocaba.











VALE DA BENÇÃO


Histórico da Instituição

O Vale da Bênção é uma Organização Não Governamental de cunho religioso (evangélica/protestante). Iniciou suas atividades com a criação de uma agência missionária, a Missão Antioquia, que foi organizada na cidade de Londrina/PR, em 1976. Em 1980, a Missão Antioquia mudou-se para São Paulo, instalando-se no Bairro do Ipiranga, no entanto, sentia-se a necessidade de uma sede própria.



Paralelamente a isto, desde 1975, havia a idealização de se conseguir uma propriedade rural, perto de uma cidade grande, á margem de uma rodovia bastante movimentada, para se instalar um Seminário. Essa escola seria parte de uma comunidade de prestação de serviços à crianças, adolescentes, jovens e idosos. Deveriam ser instaladas também várias atividades que provessem recursos para auto-sustento. No início de 1982 iniciou-se a busca da realização dessa visão, que também viabilizaria dar à Missão Antioquia uma sede própria.


A partir daí, os líderes da Missão Antioquia (MA) começaram a fazer uma série de reuniões com amigos, buscando a concretização desse projeto. Dezessete líderes - entre eles pastores, um advogado, um diretor de banco, um contador - elaboraram um projeto para dar à Missão Antioquia seis alqueires de terra nas proximidades da Capital de São Paulo. O projeto consistia em se adquirir uma área de aproximadamente doze alqueires, onde se faria um Condomínio na metade da propriedade e com a venda desses lotes seria paga toda a propriedade, possibilitando doar a outra metade à Missão Antioquia.


O plano foi executado em uma gleba de dezoito alqueires e meio, no então Distrito de Araçariguama, Município de São Roque/SP. Foram vendidas quotas-partes dessa propriedade, possibilitando seu pagamento em 10 (dez) meses. O Condomínio foi estabelecido na metade da área e a outra metade doada à Missão Antioquia. O nome escolhido para o projeto e para a área foi “VALE DA BÊNÇÃO” – visto que o local consiste num grande vale - de onde se originou a expressão “MINISTÉRIO VALE DA BÊNÇÃO”. Uma igreja não denominacional foi instalada, com o nome de Centro Evangelístico Vale da Bênção (CE).


Contudo, como o projeto era mais do que missões e ensino teológico, resolveu-se organizar a Associação Educacional e Beneficente Vale da Bênção (AEBVB), que se tornou proprietária da área e de todos os bens do Vale da Bênção.


Com o tempo foram implantadas outras atividades, tais como casas-lar para abrigar crianças, projetos com adolescentes, escola de Primeiro Grau, creche, acampamento, atividades geradoras de recursos para auto-sustento, entre outras.


Por força das circunstâncias foram organizadas e registradas as instituições que compõem o Vale da Bênção, pois inicialmente existia apenas a Missão Antioquia com o seu CNPJ. Logo após o início das atividades do Vale da Bênção foi registrada a Associação Educacional e Beneficente Vale da Bênção, posteriormente registrou-se o Centro Evangelístico (Igreja), e por último foi registrado o Centro Educacional Vale da Bênção (CEVB), englobando as atividades do Seminário Teológico e da Escola de Primeiro e Segundo Grau, cada um com seu próprio CNPJ. Além disso, várias atividades paralelas foram agregadas, todas elas dentro dos objetivos e da filosofia do Ministério Vale da Bênção.


A Associação Educacional e Beneficente Vale da Bênção (AEBVB), parte integrante do ministério Vale da Bênção, é uma entidade de caráter assistencial e educacional, fundada em 1986. Tem como missão a garantia dos direitos básicos à crianças e adolescentes em situação de risco, para que se tornem adultos preparados para a vida; valoriza o ser humano; administra com responsabilidade. É a Associação responsável por todo o departamento de atividades sociais do ministério.


Tem como objetivos estatutários:


1. Prestar serviços de caráter social, cultural e educacional;


2. Promover assistência social a crianças, adolescentes, jovens, idosos e famílias, através de creches, casas lar, casas de recuperação, abrigos, medidas sócioeducativas, etc.;


O Estatuto complementa que:


- No desenvolvimento de suas atividades, não fará distinção alguma quanto à raça, cor, condição social, credo político ou religioso;


- Para cumprir suas finalidades, se organizará em tantas unidades de prestação de serviços quantas se fizerem necessárias, podendo contratar funcionários devidamente qualificados para exercer funções técnicas, administrativas ou burocráticas, podendo ainda utilizar-se do trabalho voluntário, nos termos da Lei n º 9.608, de 18/02/1.998.


Os projetos em execução são os seguintes:


- Creche Gotinhas de Vida, o qual atende 125 crianças, de 2 a 6 anos de idade, na cidade de Araçariguama;


- Abrigo Cidade da Criança, em sistema de casas-lar, é composto por sete casas, atendendo aproximadamente 100 crianças, de 0 a 12 anos, em Araçariguama;


- Projeto Liberdade Assistida São Paulo, que executa a medida sócioeducativa de Liberdade Assistida, atendendo 140 adolescentes, entre 12 a 18 anos incompletos, e excepcionalmente até 21 anos, na cidade de São Paulo;


- Projeto de Liberdade Assistida Sorocaba, executa a medida sócioeducativa de Liberdade Assistida, atendendo 110 adolescentes, entre 12 a 18 anos incompletos, e excepcionalmente até 21 anos, na cidade de Sorocaba;


- Abrigo Na Casa de Meu Pai, atendendo 20 crianças e adolescentes, entre 0 e 18 anos incompletos, na cidade de São Paulo;


- Abrigo Casa Nova Vida, que atende 26 adolescentes, do sexo masculino, entre 14 e 18 anos incompletos, na cidade de Sorocaba;


- Projeto Guarda Familiar, com sistema de acolhimento familiar, atendendo a 30 crianças, de 0 a 6 anos de idade, na cidade de São Paulo.


Para a execução destes projetos, são firmados convênios com o Estado, Prefeituras, empresas e instituições internacionais. Para tanto, a instituição encontra-se devidamente registrada nos órgãos competentes e é reconhecida como de utilidade pública federal, estadual e municipal (Araçariguama, São Roque e Sorocaba).


No decorrer destes anos, a entidade tem demonstrado o compromisso público através de atividades embasadas nas preconizações do Estatuto da Criança e do Adolescente.


Na cidade de Sorocaba, no contexto da luta pela proteção social da criança e do adolescente sorocabano, a Associação Educacional e Beneficente Vale da Bênção vêm trabalhando: desde 1993, com o Abrigo Casa Nova Vida e desde agosto de 2000, na execução do projeto de Liberdade Assistida (ECA art. 112 – IV).

S.O.S


História da Instituição

O Serviço de Obras Sociais foi fundado em 28 de novembro de 1968, com a finalidade de prestar uma assistência emergencial aos carentes, iniciou seus trabalhos contando com o auxílio da Associação Comercial, Industrial e Agrícola e do Rotary Clube Leste. Nesse período, o objetivo principal era o atendimento à população que chegava à Estação Ferroviária e não tinham a onde ficar. Para abrigar essas pessoas o SOS adquiriu uma casa no centro da cidade.



Em 1991 o SOS passa por uma transformação, deixando de ser uma Entidade de atendimento emergencial, passando para o atendimento global. Estabelece novas parcerias com o Governo Municipal e Estadual e define o migrante, itinerante e homem de rua como prioridade dos seus trabalhos. Em 1992 a Entidade inaugurou uma nova sede, com capacidade para abrigar as pessoas que vinham das ruas, sendo que sua maior atuação passou a ser no Terminal Rodoviário, onde as pessoas são recolhidas e encaminhadas até a sede da Entidade.


Em 2000 o SOS ampliou a sua Sede Social, com a construção de um novo prédio. Com essa ampliação o Albergue passou a contar com novos banheiros, recepção, sala do serviço social, sala de atividades e auditório. Dessa forma, a Entidade ampliou e melhorou o atendimento à população proporcionando toda a atenção que eles necessitam. Os usuários ao chegar à sede do SOS são atendidos por um Plantonista que faz a sua ficha de identificação, com foto e principais dados, e os encaminha para uma entrevista com a Assistente Social, essa por sua vez faz uma análise das necessidades da pessoa para ver o que pode ser providenciado pela entidade.


Em 08 de outubro de 2007, foi inaugurado o Clube do NAIS (Núcleo de acolhimento Integrado de Sorocaba), projeto que visa atender adolescentes que cometeram infrações leves e passaram pela DIJU – Delegacia da Infância e Juventude. Esses jovens são atendidos por: assistente social, psicóloga, professor de educação física e outros técnicos, buscando a sua reiserção social. O trabalho abrange também um acompanhamento familiar e escolar. Todo o trabalho realizado com o adolescente é informado ao Juiz e ao Promotor da Infância e da Juventude, ajudando-os na avaliação judicial do caso. Esse programa é uma parceria do SOS com o Governo Municipal, por meio de um convênio com a Secretaria da Juventude, e conta com o apoio do CMDCA – Conselho Municipal da Criança e do Adolescente.


Em 2010 o SOS iniciou o Projeto SOS ECO em parceria com a Secretaria Municipal do Meio Ambiente, Sindicato Rural e UNISO – Universidade de Sorocaba. Esse Projeto visa desenvolver ações ambientais em área pertencente ao SOS, situada ao lado de sua Sede Administrativa. O objetivo do projeto é o de ser um espaço alternativo para educação ambiental e trabalho agrícola, para os usuários dos projetos SOS Albergue e para os adolescentes atendidos pelo Clube do NAIS, uma vez que as estufas serão um local em que os usuários receberão aulas de educação ambiental e terão a oportunidade de aprender técnicas de trabalhos nessa área.


O SOS não cobra absolutamente nada pelos seus serviços, e não remunera os seus dirigentes. Para manter todos os seus programas assistenciais conta com recursos públicos, que são repassados por meio de convênios com o Governo Municipal e Estadual. Além disso, realiza eventos diversos e recebe apoio de pessoas físicas e jurídicas que auxiliam com doações.


Procurando agir dentro da legalidade e da transparência exigida, a Entidade conta com a avaliação de uma Empresa de Auditoria Independente, devidamente registrada na CVM (Comissão de Valores Mobiliários), que audita todos os balanços patrimoniais e financeiros, que depois são publicados em jornal de grande circulação. A Entidade conta ainda com o suporte de serviços contábeis terceirizados e a assessoria de dois Escritórios de Advocacia.

CONSELHO TUTELAR DE SOROCABA

                                                              História da Instituição
A Lei Federal n.º 8069/90 revolucionou o direito infanto-juvenil, inovando quanto a forma de ver e tratar a criança e o adolescente, ao adotar a concepção da doutrina da proteção integral. Esta nova visão é baseada nos direitos próprios e especiais da criança e do adolescente, os quais, na condição peculiar de pessoa em desenvolvimento, necessitando de proteção diferenciada, especializada e integral.

A doutrina, baseada na total proteção aos direitos infanto-juvenis, tem seu alicerce jurídico e social na Convenção Internacional sobre os Direitos da Criança, adotada pela Assembléia Geral da Nações Unidas no dia 20 de novembro de 1989. O Brasil adotou o texto, em sua totalidade, pelo Decreto n.º 99.710 de 21 de novembro de 1990, após ser ratificado pelo Congresso Nacional (Decreto Legislativo n.º 28, de 14 de setembro de 1990. Dessa forma, o novo instrumento legal volta-se para o desenvolvimento da população jovem do país, garantindo proteção integral a todas crianças e todos adolescentes.

O ECA é o resultado de uma ampla mobilização da sociedade, vindo a substituir a legislação expressa no Código de Menores. As crianças e os adolescentes passaram a ser tratados como cidadãos e, em situação irregular passaram a estar a família, a sociedade ou o Estado quando não oferecem condições plenas para o desenvolvimento da criança e adolescente.

Em nosso Municipio o Conselho Tutelar foi instituido pela Lei Municipal nº 4.192/93.

A Lei Municipal nº 8.627/2008 dispõe sobre a proteção integral à criança e ao adolescente no Município de Sorocaba e prevê 20 conselheiros tutelares na cidade de Sorocaba.

Os conselheiros atualmente em exercício foram empossados em 09 de março de 2010.

A aprovação deu-se através de concurso público, com exigência de nível superior, e eleitos por voto das entidades cadastradas junto ao CMDCA.

Nossa sede localiza-se na Avenida Armando Salles de Oliveira, nº 211, Bairro Trujillo, CEP 18060-370, Sorocaba/SP, Telefones (15) 3232.0841 / (15)3232.0951, onde realizamos atendimento ao público de segunda à sexta-feira, das 08 ás 17 hs e após este horário, em plantão, podendo ser acionado através do 199.

BANCO PÉROLA



História da Insituição

O nascimento do Banco se deu em outubro de 2008 quando de um trabalho realizado em uma organização social de Sorocaba São Paulo, Projeto Pérola, percebeu-se que muitos jovens tinham características empreendedoras, no entanto, faltava crédito, mesmo porque, a ação do Projeto Pérola está focada na formação de jovens e não em seu financiamento creditício.



Desta forma duas principais estratégias foram determinantes na criação do Banco Pérola: a escolha do público alvo: JOVEM e realização do filtro seletivo: JOVEM oriundo de organizações sociais a começar pelos jovens do Projeto Pérola de Sorocaba, que conta com uma rede de 50.000 pessoas na faixa etária do público alvo do Banco Pérola, dos quais 19920 possuem características empreendedoras e 14778 possuem ou tem vontade de abrir um negócio.


Em Julho de 2009 o Banco Pérola recebeu um prêmio ao participar de um concurso de elaboração de um plano de negócio social da organização Artemísia, no valor de R$ 40.000,00 reais onde deu início ao projeto piloto atendendo 17 jovens empreendedores na cidade de Sorocaba.

1ª TAREFA DO DESAFIO DA REDE!!!

Pessoal, para as instituições que responderam o questionário: PARABÉNS!!!! Os resultados foram muito legais!!! Aqui no blog vamos postar agora as fotos e as histórias de cada instituição! Não percam de conhecer melhor as instituiões parceiras da nossa rede!!!

segunda-feira, 2 de agosto de 2010

BEM VINDOS!

Olá Pessoal! Sejam bem vindos a nossa Rede de Tratamento Comunitário!
Aqui trocaremos experiências, dúvidas, e o que os nosso parceiros andam fazendo por ai!
Sexta feira 06 de Agosto, já teremos aqui no blos as primeiras tarefas do Desafio da Rede!
E não se esqueçam da última pergunta do questionário: Como se chamará essa  Rede?

Um abraço!